segunda-feira, 8 de dezembro de 2008

Histórias de Natal Que Vamos Inventando


Uma História de Natal

Era uma vez um menino chamado Nicolau que não acreditava no Pai Natal.
Um dia, Nicolau, estava a passear pelo jardim e viu uma portinha.
- O que é isto? Uma porta no jardim? – disse Nicolau.
Como Nicolau, era curioso, abriu a porta e entrou, até que chegou a um buraco.
-Aaihhh! –dizia o Nicolau a cair, a cair, a cair…
Depois de um dia ou dois, o Nicolau caiu com o rabinho num manto branco, muito frio!
-Aaaihhh! Que frio! – disse ele saindo do manto branco a toda a velocidade.
Mas o manto branco não acabava!
Á noite, quando o Nicolau se ia deitar, ouviu passos muito barulhentos, pareciam ser de um monstro de neve.
Então, Nicolau foi dormir para outro sítio.
Quando acordou, viu que estava numa casa muito quentinha à beira de um senhor com barbas.
-Olá, meu menino! – disse o senhor com barbas.
-Olá! Quem és tu ? –perguntou Nicolau.
-Sou o Pai Natal! –disse o senhor.
Nicolau ficou impressionado e nunca mais disse que o Pai Natal não existia.

Sérgio




O Gigante Feioso e o Pai Natal



No penúltimo dia antes do Natal estava a chover.
O Pai Natal estava muito, muito feioso.
Tinha-lhe crescido o nariz, a cara estava cor-de-rosa, a barba estava castanha, o seu gorro estava pequenino e às vezes apareciam-lhe bolinhas.
Estava tudo a correr mal!
Um menino que por ali passava, viu-o sem jeito e foi perguntar o que se passava:
- Pai Natal, tu está feioso. O que se passa?
-Eu utilizei um pó mágico para pôr as crianças a dormir mas, sem querer, o pó mágico entrou pelo o meu nariz, de repente fiquei cor-de-rosa. O meu nariz tinha crescido, depois dei um passo à frente, a barba tinha ficado castanha. Toquei na mesa e o meu chapéu tinha ficado às bolinhas.
O rapazito queria substituir o Pai Natal. Então, o Pai Natal, pegou no pó magico e, transformou-o em gigante, pôs-lhe um gorro em cima da cabeça dele e disse que quando ele chegasse à chaminé de uma pessoa, batesse 5 palmas para encolher.
O rapazito lá foi, acompanhado por 3 duendes. O primeiro duende guiava o trenó, o segundo duende dizia-lhe o caminho, o terceiro duende punha magia para o trenó andar.
Ele deu três prendas à família “Queirós”, deu uma prenda de ouro à família “ Ouro”, deu quinze prendas à família “Cães de Raça”.
Por fim deu uma prenda ao Pai Natal.


Inês

2 comentários:

Gisela disse...

Parabens á InÊs e ao sérgio.

gonçalo disse...

Inês o texto está muito giro.